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Fome física e fome emocional: como compreender sua relação com a comida

Depois de um dia difícil, você já sentiu vontade de comer algo para encontrar conforto? A alimentação também envolve emoções, memórias e prazer. Observar essa relação com curiosidade, sem culpa, pode ajudar a compreender melhor suas necessidades.

A fome física está relacionada à necessidade de energia do organismo. Já o comer emocional acontece quando emoções, como estresse, tristeza ou tédio, influenciam a vontade de comer. Essas experiências podem se misturar: nem sempre existe uma separação clara entre elas.

Uma pausa para perceber

Antes de comer, quando for possível, observe: há quanto tempo você se alimentou? Quais sensações percebe no corpo? Como está se sentindo? Essas perguntas ajudam a reconhecer padrões, sem transformar a refeição em um teste de autocontrole.

Comer para sentir prazer ou conforto ocasionalmente não significa, por si só, ter um transtorno alimentar. Porém, quando a alimentação se torna a principal forma de lidar com emoções, ou surgem episódios frequentes de perda de controle e sofrimento, buscar acompanhamento é importante.

Um cuidado que acolhe sua história

Na abordagem nutricional de Geisa Drummond, rotina, preferências e comportamento alimentar fazem parte da avaliação. O objetivo é construir estratégias possíveis e uma relação mais tranquila com a comida, com apoio de outros profissionais quando necessário.

Conheça o atendimento e descubra como cuidar da alimentação respeitando sua individualidade.

Geisa Drummond sentada à mesa, sorrindo

Geisa Drummond

Nutricionista · CRN-5 0623
Um cuidado individualizado, que considera sua saúde, sua rotina e sua relação com a comida.

Seu cuidado começa com uma boa conversa.

Construa um planejamento alimentar que respeite sua história, seus gostos e seu momento de vida.